sábado, 31 de julho de 2010
Disputa por cão Yorkshire vai parar no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
A ação, iniciada na cidade gaúcha de Santo Ângelo, durou três anos. Xeren foi comprado em agosto de 2004. Em 2006, mudou de dona. Foi levado ao pet shop para procriar e, em seguida, sua proprietária viajou. Na Justiça, ela alegou que a funcionária do pet shop pediu o cão emprestado e, logo em seguida, ela precisou deixar a cidade porque a mãe estava doente e pediu para que a mulher cuidasse dele.
Ao retornar, soube que a funcionária não trabalha mais no local. Porém, o estado de saúde da mãe dela piorou e, novamente, teve de se afastar de Santo Ânhelo. Só retornou em 2007 e pediu o cão de volta. A mulher devolveu, mas 12 dias depois pediu o cão de volta. A proprietária diz que não entregou e que foi surpreendida por um boletim de ocorrência policial, onde a funcionária do pet shop argumentou que Xeren lhe havia sido doado e que a ex-dona praticou crime de apropriação indébita.
Em setembro de 2007, a Justiça gaúcha expediu mandado judicial de busca e apreensão do cão, que voltou à ex-funcionária do pet shop.
Em primeira instância, porém, a Justiça decidiu que Xeren deveria ficar com a proprietária inicial. Negou ainda pedido de indenização por danos morais, argumentando que as duas partes tiveram dissabores com o ocorrido.
Para a Justiça, como o cão ficou mais de um ano com a então funcionária do pet shop, por conta da viagem da dona, ela passou a acreditar que ficaria com o animal.
Inconformada, a ex-funcionária do pet shop entrou com recurso. Sustentou que o cão não poderia ficar trocando de proprietários, pois é provido de sentimento e apego ao ser humano que o cuida e lhe dá carinho. Alegou que o animal corria sério risco de não se adaptar à antiga proprietária, podendo vir a sofrer problemas de saúde pela tristeza e ausência de sua atual companhia, o que, inclusive, poderia levá-lo a morte. Afirmou ainda que a antiga dona não tinha condições de cuidar e amparar com amor e atenção necessários o cão.
A proprietária do cão também ingressou como nova ação, por danos morais, e disse que sua casa foi invadida por policiais armados durante operação de busca e apreensão. Alegou que o ato ilícito ficou caracterizado pela imputação de crime falso, expedição de mandado e tempo que ficou privada da presença do cachorro.
No Tribunal de Justiça, o desembargador Tasso Caubi Soares Delabary decidiu que Xeren deve ficar com a ex-funcionária do pet shop.
Para ele, uma pessoa que se diz apegada ao animal de estimação não pode permitir que ele fique tanto tempo com outra pessoa. Disse ainda que o período de procriação é pequeno em relação ao tempo em que Xerén foi deixado aos cuidados da funcionária do pet shop. Para ele, os problemas de saúde não são suficientes para justificar mais de um ano longe do animal.
"Tudo indica, assim, que efetivamente, houve a inversão da propriedade sobre o animal", disse o desembargador, acrescentando que "a propriedade das coisas móveis adquire-se pela tradição e posse".
Os votos para que Xeren fique com a segunda dona foram unânimes. O relator foi acompanhado pelos desembargadores Íris Helena Medeiros Nogueira e Mário Crespo Brum.
O desembargador também concluiu que não havia motivo para que a primeira proprietária fosse indenizada por danos morais, pois foi regularmente processada em inquérito policial e a apreensão do cão, na casa dela, foi determinada pela Justiça. Além disso, os policiais não excederam ao cumprir a apreensão do cão, pois tiveram permissão dela para entrar na residência.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
YorkShire Preço
O yorkishire manteve sua popularidade em alta, especialmente por seu tamanho diminuto, sendo escolhido, principalmente, por pessoas que moram em apartamentos e casa pequenas, ou sem quintal. Embora os Terriers sejam rústicos e fortes por natureza, há que se ter especial cuidado com exemplares muito pequenos, com menos de 1,3 kg. Estes exemplares costumam ter problemas de ordem genética, que impedem um desenvolvimento correto e saudável, quanto menor o cão, mais delicado, sujeito a acidentes e a alguns males que ocorrem na raça e menos resistentes a doenças ele se torna.
Além disso, a procura por exemplares pequenos criou termos oficialmente inexistentes, como "micro" ou "zero". Não há tais classificações na raça!
Não se pode comprar o primeiro filhote em que se põe os olhos é importante que se visite alguns criadores primeiro e que se faça uma consulta ao Kenel local, a fim de melhor informar-se quanto à idoneidade do criador escolhido. Um bom criador dará garantias reais quanto à saúde de seu cão e estará disposto a efetuar o ressarcimento, caso venha a ocorrer algum problema com o filhote que seja de origem genética ou oriundo de seu canil. Alguns bons criadores, chegam mesmo a se recusar a vender um cão, caso achem que o temperamento ou estilo de vida do comprador não combine com o yorkie.
Cachorro yorkshire
Originário da Inglaterra / Grã-Bretanha, o Yorkshire Terrier, ou yorkie (como o Yorkshire é carinhosamente chamado), vem de uma mistura de diferentes terriers, tradicionais na arte da caça em tocas. Dentre as várias versões existentes sobre sua origem, a mais aceita fala do cruzamento entre o Black and Tan, o Skie Terrier e o Dandie Dinmont. Consta, ainda, uma intervenção do Maltês.
A princípio, o yorkie foi chamado de Terrier Escocês e, logo em seguida, de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Somente depois de vários anos, por volta de 1870, é que foi adotado o seu nome atual, em homenagem à região de sua origem.
Foi desenvolvido por operários de West Riding, no condado de York (Inglaterra), que buscavam um cão de companhia que fosse pequeno e pudesse ser utilizado na caça subterrânea, qualidade essa que, apesar de muito acentuada no princípio, desapareceu quase que por completo. Foi também companheiro fiel dos trabalhadores das minas de carvão, comuns em sua região. Somente em fins da era Vitoriana é que ganhou status, ao se tornar companheiro inseparável das damas da aristocracia e alta burguesia. Conforme os norte-americanos seguiam os costumes Vitorianos, eles também passaram a adotar o Yorkshire Terrier, sendo que o primeiro registro de um yorkie nascido nos Estados Unidos data de 1872.
Sua primeira aparição em exposições se deu em 1861, em Birmingham, ainda sob o nome de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Foi reconhecido como raça em 1885 pelo American Kennel Club e, em 1898, pelo recém criado The Kennel Club da Inglaterra. Seu primeiro padrão, de 1898, admitia dois grupos de tamanho: um de até 2,3 kg ( preferidos para companhia ) e outro entre 2,3 e 6 kg ( indicados para enfrentar os grandes ratos ). Seu padrão atual estabelece o peso máximo de 3,15 kg.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Yorkshire micro
Procure n comprar um filhote que ele e os pais sejam mtos pequenos, pois estes, além de serem mais frágeis, são mais propensos a terem problemas de saúde.
Além do york, existem outras raças pequenas assim, como o Maltês e o Shi-Tzu.
Se vc tem medo q o animal cresça demais, pq n adota um "vira-lata" adulto???
Enquanto as pessoas compram animais de raça, muitos cachorros e gatos sofrem e morrem nas ruas, abrigos, etc.
A algum tempo atrás, eu tbém queria um cachorrinho pequinininho como os destas raças, mas acabei adotando um SRD (Sem Raça Definida) e foi a melhor coisa q fiz!!! Depois adotei uma gata "vira-latinha" e montei um projeto para consciêntizar as pessoas sobre esses bichinhos e para encontrar lares para esses anjinhos de quatro patas...
Adote um vira-lata, vc n paga nada pra salva a vida dele...Mas recebe mtooo amor!