quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Cachorro yorkshire

Originário da Inglaterra / Grã-Bretanha, o Yorkshire Terrier, ou yorkie (como o Yorkshire é carinhosamente chamado), vem de uma mistura de diferentes terriers, tradicionais na arte da caça em tocas. Dentre as várias versões existentes sobre sua origem, a mais aceita fala do cruzamento entre o Black and Tan, o Skie Terrier e o Dandie Dinmont. Consta, ainda, uma intervenção do Maltês.

A princípio, o yorkie foi chamado de Terrier Escocês e, logo em seguida, de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Somente depois de vários anos, por volta de 1870, é que foi adotado o seu nome atual, em homenagem à região de sua origem.

Foi desenvolvido por operários de West Riding, no condado de York (Inglaterra), que buscavam um cão de companhia que fosse pequeno e pudesse ser utilizado na caça subterrânea, qualidade essa que, apesar de muito acentuada no princípio, desapareceu quase que por completo. Foi também companheiro fiel dos trabalhadores das minas de carvão, comuns em sua região. Somente em fins da era Vitoriana é que ganhou status, ao se tornar companheiro inseparável das damas da aristocracia e alta burguesia. Conforme os norte-americanos seguiam os costumes Vitorianos, eles também passaram a adotar o Yorkshire Terrier, sendo que o primeiro registro de um yorkie nascido nos Estados Unidos data de 1872.

Sua primeira aparição em exposições se deu em 1861, em Birmingham, ainda sob o nome de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Foi reconhecido como raça em 1885 pelo American Kennel Club e, em 1898, pelo recém criado The Kennel Club da Inglaterra. Seu primeiro padrão, de 1898, admitia dois grupos de tamanho: um de até 2,3 kg ( preferidos para companhia ) e outro entre 2,3 e 6 kg ( indicados para enfrentar os grandes ratos ). Seu padrão atual estabelece o peso máximo de 3,15 kg.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Yorkshire micro

O termo MICRO é não existe nessa raça. O que na verdade existe é o Yorkshire Terrier (Normal). Existem filhotes q nascem menores e outros q nascem maiores, mas essa raça fica pequenininha...Até uns 4 kg.
Procure n comprar um filhote que ele e os pais sejam mtos pequenos, pois estes, além de serem mais frágeis, são mais propensos a terem problemas de saúde.
Além do york, existem outras raças pequenas assim, como o Maltês e o Shi-Tzu.

Se vc tem medo q o animal cresça demais, pq n adota um "vira-lata" adulto???

Enquanto as pessoas compram animais de raça, muitos cachorros e gatos sofrem e morrem nas ruas, abrigos, etc.
A algum tempo atrás, eu tbém queria um cachorrinho pequinininho como os destas raças, mas acabei adotando um SRD (Sem Raça Definida) e foi a melhor coisa q fiz!!! Depois adotei uma gata "vira-latinha" e montei um projeto para consciêntizar as pessoas sobre esses bichinhos e para encontrar lares para esses anjinhos de quatro patas...
Adote um vira-lata, vc n paga nada pra salva a vida dele...Mas recebe mtooo amor!

Fonte(s):

Leio muitos livros e revistas sobre cachorros e gatos, protejo animais abandonados e tenho cachorro e gato em casa.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Temperamento do YorkShire

Um dos grandes motivos que o tornam tão encantador tem suas raízes na própria função original da raça, ele é um Terrier, grupo de raças que se caracterizam por serem ativas, destinadas a localizar e caçar animais em tocas, sem a ajuda humana. Daí o seu caráter independente, esperto, vivaz, auto-confiante e sua atitude sempre alerta. Aliás, como todo bom caçador, dará o alarme ao menor ruído estranho à rotina da casa. Por essa característica marcante, muitos o usam como cão de alarme, função na qual é extremamente eficiente.

Ele possui ainda um temperamento carinhoso e afável, fato que o torna uma companhia excelente. A despeito de seu tamanho, o Yorkshire é um cão ativo e muito independente, podendo conviver amigavelmente com crianças, embora deva-se ter cuidado para que estas não o machuquem com brincadeiras rústicas, às quais ele reagirá prontamente, mostrando seus limites. O yorkie não aprecia muito o convívio com outros cães, com quem certamente disputará território, não importando quão maior seja o outro cão.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Tudo o que você precisa saber sobre otite em cães

Ninguém dá muita bola quando o cachorro coloca a cabeça para fora do carro durante o passeio — afinal, ele parece tão feliz pegando um ventinho... Nem liga muito se, no calor do verão, ele se molha e fica com a pelagem da cabeça úmida — ora, parece estar apenas se refrescando. Mas hábitos assim podem ser o empurrãozinho para a otite, a inflamação de ouvido que, se não for bem tratada, pode levar a uma meningite ou a uma infecção generalizada, dois males capazes de matar. 

A ventania nas orelhas costuma levar sujeira para o canal auditivo. Já a umidade favorece a multiplicação de fungos, bactérias e ácaros, que, então, povoam toda a cavidade auricular. “O excesso de banhos no calor também tira a proteção do ouvido do bicho, que é a cera. Ela amolece e escorre, escapando demais. Isso o deixa sensível”, explica o veterinário Enio Eduardo Bovino, da Universidade Paulista, a Unip. Limpeza de menos ou feita do jeito errado também não é nada bom. A pior coisa é quando o dono se mete a resolver a situação por conta própria e, sem querer, empurra a cera de vez para dentro. “Só o veterinário sabe como limpar os ouvidos do cão corretamente”, diz Bovino. “Esse é mais um motivo para não perder a consulta periódica.” 

Quando surgem os sintomas da otite, não raro o dono também não liga muito. O cachorro se coça e parece fazer gracinha. Ou chora como se estivesse de manha. É preciso prestar atenção, especialmente quando a raça é mais suscetível ao problema. “Cães com orelhas caídas têm mais tendência a otite por causa da cavidade que fica naturalmente abafada”, explica Mário Marcondes, do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. 

O melhor é sempre prevenir. Nesse sentido, proteger as orelhas do cachorro no banho e fechar as janelas do carro na hora do passeio são ótimas medidas. Também escovar a pelagem das orelhas todo dia — para varrer literalmente a sujeira que ficou ali. “Esse hábito, além de ajudar na circulação, arranca os pelos mortos que trazem o mau cheiro”, orienta a veterinária Cintya Brillante, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. E já sabe: qualquer choramingo ou sinal de coceira são motivos para ir ao veterinário, sim. Se for otite, ele saberá o que fazer conforme a causa da inflamação e livrará seu amigo de consequências nada boas.